A oração

16-setembro Espiritual

“Duas espécies de oração são necessárias quando tratamos do pecado e do seu poder. A primeira delas é a oração de queixa. É este o título do Salmo 102. “Oração do aflito que, desfalecido, derrama o seu queixume perante o Senhor”. Confrontado pelo poder prevalecente do pecado a alma derrama-se em queixumes (Sl 55.2; 142.2; Rm 7.24). O que pode ser mais aceitável a Deus senão que seus filhos, por puro amor a ele e à sua santidade, pelo fervoroso desejo de agradá-lo com uma vida de santa obediência e conformação à imagem de Cristo, tragam as suas queixas à sua presença? Queixam-se do pecado que os impede de serem santos. Queixam-se de suas fraquezas. Queixam-se, em profunda humildade, de todo o mal que neles ainda permanece (Jr 31.18-20). O segundo tipo de oração é a petição. Nas petições pedimos para que Deus nos supra de graça para combater e sobrepujar o pecado. É nas nossas petições que o Espírito Santo nos socorre. A oração estimula todas as graças a que produzam o fruto da santidade, e assim enfraqueçam o poder do pecado. A alma do crente jamais alcança uma determinação de espírito maior do que quando em oração. É na oração que na alma cresce o amor por e o deleite na santidade. É na oração que o crente cresce mais em santidade. A melhor maneira de prevalecer em santidade é prevalecer em oração.”

Uma compilação da extraordinária obra do “Príncipe dos Puritanos”” de John Owen, Heraldo Almeida, Manoel Canuto, Marcos Vasconcelos –

Comece a ler este livro gratuitamente: http://amz.onl/hx2TDoj

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